Segunda-feira, Dezembro 07, 2009
Molusco avacalha o Enem
Na sua incansável tentativa de desqualificar quem estuda para progredir na vida, o Molusco e seus asseclas elaboraram um plano malígino para tirar a credibilidade do Enem, antigo provão da era FHC, que todo mundo respeitava (tanto a prova quanto o então presidente).
Esse mesmo plano maligno já foi aplicado ao Senado da República, onde a quadrilha sindical tem minioria, e ao judiciário, onde ele só tem apoio no STF, onde colocou seus apadrinhados - sendo o último indicado semi-analfabeto em direito.
A UNE, que se vendeu ao status quo e também tem seu mensalão (ver post de 28/11/09 abaixo), se absteve de protestar contra esta esculhambação na educação.
06/12/2009 - 22h04
Abstenção no Enem é recorde e pode ser maior que 40%
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u662670.shtml
Menos de 2,6 milhões de estudantes fizeram as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A abstenção é recorde, de pelo menos 37,7% do total de inscritos --cerca de 4,1 milhões de pessoas. Em 2008, menos de 28% dos estudantes não compareceram. Só no Estado de São Paulo, 46,9% dos inscritos deixaram de fazer a prova este ano.
O percentual de abstenção ainda pode subir, já que o dado é relativo à aplicação da prova de ontem (5). Informações preliminares do Ministério da Educação indicam que neste domingo (6) não compareceram pelo menos 2,9% dos inscritos que tinham feito a prova de sábado.(...)
Quinta-feira, Dezembro 03, 2009
"Não vai faltar panetone" (2)
Exatamente como antecipamos em 30/11/2009.
Mais um furo de reportagem do politsBURGER, o único que constantemente pratica jornalismo investigativo, blog verdade.
03/12/2009 - 09h25
Arruda lançou edital para compra de 120 mil panetones
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u661103.shtml
Terça-feira, Dezembro 01, 2009
armação petista contra oposição
Democratas e tucanos são as únicas vozes ativas da oposição, bastiões da ética na política. Nas vésperas das eleições o principal cabo eleitoral do Dima-nic, a PF, mais uma vez contribui para o engodo dos menos avisados, cooptando um assessor de confiança do José Roberto, deixando-o pendurado por um galho de arruda.
De fato, o único errado da história é o tal do Durval Barbosa (Barbosa, Barbosa!), que traiu os aliados, armando uma arapuca contra aqueles que, com as bênçãos do Senhor, trabalham pela nação.
É óbvio que um canalha como Durval não estaria vivo se estivésemos na Rússia, China, Japão ou Israel.
Como nunca antes na história deste país, 2010 será o ano da baixaria total.
01/12/2009 - 09h36
Pivô de denúncias envolve PSDB no mensalão do DEM no DF
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u659991.shtml
Pivô das denúncias do mensalão do DEM, o ex-secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal Durval Barbosa acusa o PSDB de também participar do esquema de caixa dois que teria sido montado pelo governador José Roberto Arruda (DEM) durante a campanha eleitoral de 2006 (...)
Segunda-feira, Novembro 30, 2009
"não vai faltar panetone"
José Roberto, no momento pendurado em um galho de arruda, ex-violador do painel eletrônico do Senado na gestão ACM, e ainda governador do Distrito Federal enquanto escrevemos esta frase.
30/11/2009 - 10h27
Cúpula do DEM se reúne para discutir afastamento de Arruda do partido
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u659451.shtml
Domingo, Novembro 29, 2009
Molusco decide quem ganha e quem perde
Mantega escolhe vencedores
Suely Caldas*
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091129/not_imp473748,0.php
O ministro Guido Mantega surpreendeu (e não convenceu) ao anunciar, com pompa e triunfo na semana passada, a desoneração tributária sobre automóveis, móveis e materiais de construção. Só quem entendeu e (obviamente) aplaudiu foram os empresários dos três setores que o acompanharam felizes e sorridentes no momento do anúncio à imprensa. Será isso a reforma tributária e a política industrial do governo Lula? Escolher vencedores, premiar felizardos, pontuar privilégios e ignorar o princípio da impessoalidade na gestão pública - será essa a estranha mistura que inspirou o governo Lula ao decidir suas mais novas versões de reforma tributária e política industrial? E pior: em final de mandato e próximo às eleições?
Por onde anda o deputado Ciro Gomes, que não protesta, como em 1995, quando acusou com virulência o governo de seu companheiro de partido de negociar favorecimentos a fabricantes de eletroeletrônicos ao elevar a alíquota de importação desses produtos? Ciro acusou José Serra (ministro do Planejamento na época) de estar por trás da decisão, em conluio com os empresários. E agora, deputado? Não é privilégio, proteção, premiação? Por que só esses três setores? E a indústria de calçados (para ficar num só exemplo), que sofre com a queda das exportações? Escolher vencedores, ministro Mantega, é ter de responder à enorme fila formada por vencidos gritando: "Eu também quero!" (...)
Sábado, Novembro 28, 2009
mensalão da UNE
Ou não?
sábado, 28 de novembro de 2009, 20:02 | Online
UNE é suspeita de fraudar convênios com Ministério da Cultura
Pelo menos nove acordos firmados com a entidade, no valor de R$ 2,9 milhões, estariam em situação irregular
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,une-e-suspeita-de-fraudar-convenios-com-ministerio-da-cultura,473649,0.htm
Aliada do governo, a União Nacional dos Estudantes (UNE) fraudou convênios, forjou orçamentos e não prestou contas de recursos públicos recebidos nos últimos dois anos. A entidade chegou a apresentar documentos de uma empresa de segurança fantasma, com sede na Bahia, para conseguir aprovar um patrocínio para o encontro nacional em Brasília. Dados do Ministério da Cultura revelam que pelo menos nove convênios celebrados com a UNE, totalizando R$ 2,9 milhões, estão em situação irregular - a organização estudantil toma dinheiro público, mas não diz nem quanto gastou nem como gastou. (...)
PF, o maior cabo eleitoral de Dilma-nic
Afinal, soh acham coisas contra a oposicao !
Todos os oposicionaistas estao vendo a fraude como uma oportunidade, em particular de unir o PT e o PMDB num mesmo palanque.
Oposição e OAB-DF já falam em impeachment de governador do DEM; Arruda não se manifesta
Publicada em 28/11/2009 às 16h44m
O Globo
BRASÍLIA e RIO - A OAB-DF estuda a possibilidade de pedir impeachment do governador José Roberto Arruda (DEM), acusado de envolvimento no esquema de cobrança de propina de empresas que prestam serviços ao governo do Distrito Federal e pagamento mensal para deputados da base aliada na Câmara Ditrital. Esses pagamentos variavam de R$ 30 mil a R$ 50 mil. Deputados que fazem oposição a Arruda também falam em impeachment.
Com apenas 5 dos 24 integrantes da Câmara Legislativa do Distrito Federal, a oposição vai propor na terça-feira abertura de impeachment contra o governador José Roberto Arruda. Ao todo quatro são do PT: Chico Leite, Érica Kokay, Cabo Patrício, Paulo Tadeu. Apenas um deputado é do PDT, José Antonio Reguffe.
A oposição também quer instalar uma CPI para investigar o escândalo e abrir processos por quebra de decoro contra quatro deputados supostamente envolvidos no caso.
Para abrir processo de impeachment e instalar CPI, a oposição precisará arrebanhar os votos de mais três parlamentares - uma tarefa árdua, já que a Câmara é composta majoritariamente por aliados do governador. Mas pelo menos um voto já está contabilizado: o da deputada Jaqueline Roriz (PSDB), filha do ex-governador Joaquim Roriz, interessado em voltar ao cargo nas eleições de 2010. (...)
Domingo, Novembro 22, 2009
coação midiática
Depois de trabalhar fortemente para desacreditar o Senado da República, onde tem minoria; o judiciário, indicando membros do STF sem nenhum preparo ou com a missão de ser o pombo da discórdia - missão esta tão pesada que chega a dar problemas crônicos na coluna de quem a carrega -, e de indicar advogados despreparados para ocupar milicianamente o STJ; o Molusco e seus asseclas preparam uma nova investida: desacreditar o jornalismo, tornando o panfleto dos sindicatos, dos movimentos sociais, das comunidades eclesiásticas de base e de outros setores da sociedade civil organizada as únicas fontes de informação "verdadeiras" - leia-se: elogios acríticos ao status quo.
A maresia trazida pela quadrilha sindical corrói os pilares da democracia. O politsBURGER é, hoje, um dos últimos bastiões dos valores relevantes, quais sejam, tudo e qualquer coisa contra o invertebrado analfabeto, no sentido Caetano do termo.
Nunca a democracia foi tão distorcida para se tornar mecanismo de legitimação de uma ditadura, no melhor estilo Venezuela.
Continuaremos na trincheria, até o último post, na luta contra "o grupo de moluscos acefalos malufistas responsavel pela implementação do neoliberalismo globalizante, excludente e subserviente à midia manipuladora e ao capital financeiro internacional".
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091122/not_imp470122,0.php
(...) O cenário que vai se desenhando, porém, está longe de ser promissor. Conferências desse tipo trazem, no seu bojo, riscos nada desprezíveis. O mais evidente é o de que sejam capturadas pelos chamados "movimentos sociais" ou pelos "setores organizados da sociedade civil". Articulados em grupos de interesse bem ensaiados, esses "setores organizados" - frequentemente manipulados pelo governo - intimidam as participações individuais, isolam as minorias e transformam tudo num palanque para a repetição de meia dúzia de palavras de ordem. Quando enveredam por esse caminho, essas conferências redundam em espetáculos grosseiros ou patéticos - mas sempre inócuos.
Esse risco está presente na Confecom. Já despontam algumas "teses" mal costuradas, bem típicas, aliás, que vão do esquerdismo mais fora de moda ao fascismo mais grotesco. Em comum, essas teses conclamam o Estado a, aberta ou veladamente, decidir que notícias - ou programas - devem ou não devem ser veiculadas por uma emissora de rádio ou de TV - prática comum nos regimes totalitários, mas inadmissível no mundo democrático. Infelizmente existem militantes profissionais dos "movimentos sociais" que ainda não entenderam uma obviedade da civilização: nenhuma autoridade estatal recebe mandato ou delegação para ditar o que a sociedade vê, ouve, enuncia ou debate. E os que marcham contra a liberdade de imprensa, pedindo mais censura, violentam a cultura democrática. (...)